The Real Johnny Bravo

Histórias de um livro chamado vida

Feliz daquele que conta com a incondicional presença de alguém. Feliz daquele que aceita, que as dificuldades não são mais do que acumular experiência de vida, maturidade na sua ascensão de existência. As palavras são importantes, mas as acções é que nos incentivam, elevam-nos a outro patamar. A postura, a dedicação, o carinho demonstrados são muito mais relevantes do que as palavras ou músicas dedicadas.

Em tempos menos felizes até posso parecer enorme mas se assim pareço, é porque o que me incentiva vem dessa postura devota, recheada de ternura com que sou contemplado. Na realidade sou pequeno, serei sempre David que encara Golias nos olhos seja em que situação for e essa imensidão de postura não é nada mais do que uma defesa contra os meus cavalos de batalha.

Posso vir a perder batalhas mas o resultado final, fará de certeza que tenhas orgulho em mim. Não desisto, não desistirei enquanto beneficiar da energia que esse olhar que me admira com amor estiver presente. As agruras, traições, egoísmos, nem sempre podem levar de vencida um querer maior e mais puro.

Mesmo desgastado em tempos de luta, não deixo de querer estar presente nas tuas aventuras, nas tuas decepções e sucessos. Porque dois em consonância fazem o mundo girar ou parar. E como eu adoro poder sentir-me útil, parte de ti e da tua vida. Se com uma atenção, gesto ou acção possa contribuir para aliviar, para melhorar algo ou fazer-te feliz assim será sempre que queiras contar comigo.

Sei que quero viver tudo numa noite, num momento. Pareço infeliz ou sozinho mas essa é a maior das mentiras. Tenho-me acima de tudo a mim, é comigo que conto. Sei que é difícil perceber esta maneira de estar, sei que custa avaliar a minha existência mas acredita que sou feliz, muito mais sou desde que a tua presença é uma constante. Sempre fui da noite mas contigo aprendo a admirar o sol que tanto amas e que hoje brilha intensamente para mim.

P.S.: ...

Cada vez mais me consciencializo que a linha do percurso de vida, vive vertiginosamente num sobe e desce em constante aceleramento. Ter consciência de tal facto, não implica directamente uma adaptação rigorosa do mesmo.
A montanha-russa do tempo, trás tudo na sua subida. Calma, confiança, boa disposição, convívio, convicção, sonhos efémeros e planos futuros. Pura ilusão óptica de quem não quer ver o início da descida. Ao primeiro sintoma de descida, com o aumento da velocidade, já existem ocupantes a saltar fora. Há alguns que ainda se vão manter, acreditando que a descida termina depressa e de volta estará a escalada mas até estes vão de certeza abandonar o carro, pois a velocidade aumenta vertiginosamente, a adrenalina e o medo sobem em pulsações fortes e por fim o condutor vai encontrar-se sozinho agarrando firmemente o leme, fazendo finca pé a um abismo que se aproxima numa rapidez estonteante.
Se mais uma vez conseguir ultrapassar o abismo, virá de novo a lentidão segura da subida. Com ela nova acalmia, confiança, boa disposição, novos planos e ocupantes. Até a nova subida, segura firme o leme vivendo da ilusão, tentando convencer-se que, mais uma vez, vai conseguir passar o abismo. Será?

Trago em mim, na boca e alma, o sabor dos teus lábios. Trago em mim o teu sabor que me vicia. Fecho os olhos e sinto o abraço que me aconchega, o aroma que me embriaga ou o o sorriso que me aquece. Cerro ainda mais os olhos e deixo-me levar pelo fervor que me toma o sangue, o sussurro de desejo ou a respiração quente que encosta ao meu pescoço.
Abro os olhos e vislumbro o brilho de um azul água, recordo com um sorriso estampado um entrelaçar de mãos, um aperto terno, um riso, sorriso, uma troca de olhares, um carinho de ternura e a frase que me enche a alma. Sim tens toda a razão. Não a deves dizer quando eu quero mas quando sentes que o deves fazer.
Há ainda muitos risos que quero proporcionar, borboletas a esvoaçar que vou adorar libertar, pecados por acometer que anseio prevaricar mas é no beijo de despedida que mais sinto a nossa união. Um beijo que prolongamos numa eternidade muito própria de quem sabe que viverá sozinho algumas horas até poder voltar a repetir-lo. É quase no final desse beijo, ao abrir os olhos, que vislumbro nos teus a dificuldade em deixar ir e a tristeza que nos avassala por sentir a separação momentânea.
É esse beijo e o que ele representa, que me envolve de certezas. A certeza que não é transitório ou passageiro, a certeza que tenho a outra metade de mim e não penso em mais ninguém. Uma certeza onde os olhares só existem para ambos. A certeza de que tenho medo de adormecer, porque acordado vivo um sonho de cumplicidade tão gostoso. A certeza de queremos uma história que ainda não vivemos mas a qual desejamos numa ternura convicta. Só não tenho a certeza do que guarda o futuro mas com a certeza convicta que me dás muita força, muita vontade de viver o que ainda não vivi. Será que já confias no que me fazes sentir? Se ao menos um minuto pudesses viver em mim, pois não há um minuto que possa estar sem ti... Sinto-me um miúdo em noite de natal, sinto-me maior que o mundo. Sou um conquistador, sou imbatível, sou maior que o mundo e a ti devo esta força. P.s.: ...

At high speed, without steering or breaks.... the video lost the destination



Something else have been lost but maybe now, everything makes sense. Maybe now, everything means nothing or maybe a day will came that we don't want nothing at all... Maybe

Gostava de trocar de pele. Por vezes queria ser quem não sou, de assumir compromissos, condutas, de não me dar, não sentir tudo de uma vez, no fim há alturas em que gostava de ser um tipo diferente de quem sou. Consigo ter uma racionalidade de comportamento que até a mim, por vezes, impressiona. É sim ou não, não existe talvez. Não perco tempo, não me posso dar a esse luxo. É tão precioso o bónus que me foi oferecido por forças maiores que olho para a vida com uma enorme capacidade de encaixe às contrariedades. Quer, quer. Não quer, não quer. Adapto-me às disponibilidades e vontades.
Fazem de mim melhor pessoa do que na realidade sou, não há ninguém que me conheça melhor do eu e bem sei que sou capaz de deitar fora, de esquecer, de virar costas, quando assim acho que é necessário para preservar-me. Sei que tenho bom fundo, considero-me uma pessoa com valores e de bom trato. Dou a camisola, movo montanhas por quem gosto, estou sempre lá quando é necessário mas não sou boa pessoa porque sei que dou o melhor mas também tiro o tapete, quando me sinto magoado. Não gosto de limbos, não sei conviver com incertezas, ses e afins. A vida já me foi dura para insistir em dúvidas, por isso parto com facilidade para novos mundos, ideias, ambientes. Sou nómada de sentimentos e afectos, porque acima de tudo aprendi a amar e proteger quem sou.
Esta postura vem desde miúdo, embora tenha sido inflacionada com os tropeções da vida. Adorava o meu avô. Foi um pessoa com quem pouco convivi mas que recordo com muita ternura. Lembro-me que em pequeno, todas as manhãs antes de sair de casa, dava a mim e ao meu irmão, um tema para estudarmos e no final do dia, ao jantar, lançava-nos perguntas sobre esse mesmo tema que tínhamos de responder acertadamente, para receber um simples caramelo como prémio. Eram noites que guardo com muito carinho, é uma pessoa que guardo com muito carinho. No dia que faleceu, a minha mãe informou-me a mim e ao meu irmão, da sua morte e lembro-me perfeitamente que não fiz caso, joguei para trás das costas e continuei a brincar como se nada se passasse. É esta a minha maneira de estar. Não me dou ao luxo de magoarem-me, por isso esqueço o que me dói ou simplesmente abstraio-me.
Sim, muita vez acabo por chorar, choro muito a dor que me causam em cinco minutos, deito tudo cá para fora, depois ergo a cabeça e sigo caminho. Por isso, há alturas em que gostava de trocar de pele e não seguir este impulso de continuar, ser melhor pessoa e ficar mas esse não sou eu. Sou nómada, um nómada não sofre, não se prende a nada. Aproveita o que de bom há enquanto existe e depois segue o seu caminho.

Construo-me em ciclos da vida, tentando não cometer os mesmos pecados. Sou Peter Pan, o menino que se recusa a crescer. Vivo do riso, sou o contágio da alegria e continuo a não pensar no risco que é percorrer caminhos ainda não desbravados, sempre em busca da adrenalina que uma aventura proporciona. Não me acanho, por que os tombos fazem parte da vida e são eles que dão sentido às palavras experiência e maturidade.
Não preciso pensar se estarei certo, se estarei errado. Por muito que escreva, só fazendo é que tudo fará sentido. Não vivo de dúvidas, vivo de certezas, vivo de mim, sigo por mim. Como uma música que redescobri à pouco, estou na lanterna dos afogados e já não me importa as marcas do passado, elas estão cá como linhas de um enredo que contam uma história. A minha história.
Hoje fugi de mim, fugi do mundo e fui passear sozinho. Fui ver o rio, rio que banha a cidade, que banha os meus sonhos e me impulsiona a reflectir no que já se percorreu. Sou um felizardo. É essa a minha conclusão. Tenho vivido a duzentos à hora nessa estrada, vi de tudo, fiz de tudo e continuo a ter a mesma postura. Tudo se resolve, tudo tem a sua razão de ser e o fim de cada capítulo só me impulsiona a querer virar a página. Gosto de mim, sou positivo, sou como o sol que hoje estava no seu expoente anunciando o Verão que se aproxima. Fumava o meu cigarro, bebericando uma cerveja e embalado na ondulação do rio, perdia-me neste balanço de vida.
Peter sorveu os pós mágicos da Sininho e voou para o mundo do imaginário, sentou-se numa nuvem e desta vez ficou a contemplar o mundo cinzento do dia-a-dia que se deparava a seus pés. Que bom é ver que o calor humano ainda existe, saber dar valor ao que realmente é importante. Há sempre uma luz ao fundo do túnel, há sempre uma mão amiga em quem nos podemos apoiar e não me importa os desgostos da vida. Claro que às vezes a vida é dura mas embora não vivamos numa bolha em que as coisas negativas não nos afectam, tento sempre viver no positivo que o mundo nos oferece e é assim que encaro a nossa estadia no mundo.
Como cada um vê meio copo, diz muito da sua postura. Para mim está sempre por encher, anseio sempre por mais. Foi um dia bem passado, melhor virá com a noite e não olhem para mim, olhem para dentro de vocês e achem a vontade de fazer o que vos faz feliz. Sigam o impulso, enquanto Peter vira na segunda a direita seguindo sempre em frente até ao amanhecer, à procura de um novo capítulo.

Foi num virar de esquina que pela primeira vez te vi. Olhei para ti e pensei que o céu pintava-se de azul porque era o espelho dos teus olhos e que o prazer de contemplar as estrelas e o luar era causado pelo brilho do teu sorriso. Foste chegando de mansinho, de maneira arrebatadora conquistaste-me quando ainda não estava refeito de um grande desgosto e eu que só queria era passar tempo a divertir-me, numa tentativa de largar o passado. Trazia desde o início a noção que eras muito mais mulher para mim, do que eu poderia ser homem para ti. De algum modo bizarro vês em mim algo mais do que na realidade sou. Gostava de um dia ver e compreender pelos teus olhos como alguém que roça a perfeição consegue encontrar em mim o seu porto seguro.
Encontrei uma amiga, uma companheira, por vezes possessiva derivado da necessidade de precisar sentir-se segura, pois da vida já trás decepções e traições que cheguem. Hesitante com todos os comportamentos sociais, sempre com o pensamento na protecção daqueles que ama. Que treme quando lhe digo o que sinto ou que chora por achar que não mereço ter as limitações físicas que tenho. Uma mulher cheia de paixão, carinhosa, dedicada, leal e fiel. És muito mais do que pensas, és muito mais para mim do que realmente pensas.
Sim tens um lado mais escuro. Gostas de levar a tua avante mas também sabes quando deves parar e ceder. Tens rompantes que me fazem correr atrás de ti, que me tiram do sério mas não deixo de querer correr. Não me dizes todos os tormentos que envolvem a tua alma mas compreendo que ainda não te sintas completamente segura para os partilhar. Tens medo de perder o que temos, tens medo que isto não seja mais do que uma ilusão de ambos, principalmente minha mas também sei que no fundo, o que queres é muito ter um amanhã comigo.
E os nossos gostos? São incrivelmente parecidos. Gostamos das mesmas coisas, desgostamos das mesmos lugares e coisas. Passamos horas a falar de trivial e de momentos importantes. Da música que tanto amo e que te dou a conhecer, de brincarmos e observarmos o que nos rodeia. Ainda não percebi, se atinges o gozo que me dá não ter de usar palavras para falarmos e saber o que queres. Esse trejeito de boca, sinal de quem não quer aquela opção, o sorriso que diz o quanto estás a adorar um certo momento ou o brilho que os teus olhos trazem quando encontras a minha figura perdida na multidão.
Adoro-te, adoro a flor de lotus, adoro o que temos e não temos, o que não assumimos mas somos, a lealdade e o respeito que nutres por mim. És o girassol, a princesa, a dama. Faço-te rir, fazes-me rir e já não dispenso as mensagens, os telefonemas, os cafés surpresa, os jantares, as noitadas e os serões de filmes. Apetece-me terminar fazendo uma rábula ao filme que tanto nos fez rir no outro dia. P.S.: I don't love you!

Ganhei vontade de transformar o mundo, enquanto o mundo vai transformando-me. Tudo à volta é tão claro, tudo à volta é tão dúbio. Sento-me, acendo um cigarro enquanto os dedos percorrem o teclado autonomamente descrevendo cada sentido, cada momento, dissipando os pensamentos numa postura de equilíbrio equilibrista.
Com o sol a traçar-me o perfil, giro no mundo do girassol onde tudo é tão novo, tudo é simples numa teia de complicações. Não mergulho de cabeça, não cometo esse erro, porque de erros foi feita a estrada e sinuoso foi o seu caminho. Vivo do hoje, para hoje, sem querer sonhar, sem pedir mais. É fácil, sei como me sinto hoje, estou seguro do que quero, bebo de ti, bebes de mim, não paro obcecado a perder tempo com amanhã, se há um amanhã. Gosto do que tenho, gosto do que somos ou não somos, gosto de estar, gosto de sentir, de sentir falta, gosto porque gosto mas não perco o equilíbrio.
Tenho vontade de mais, sede de mais. Sinto o sangue pulsar nas veias, nativo de mim, nativo de ti mas ainda tenho tanto para reconquistar, tanto ainda para fazer, tenho tanto para percorrer e vou fazendo o malabarismo de equilibrar-me no tempo. No meu tempo, no teu tempo, naquele que até poderá vir a ser nosso. Fazes-me bem, faço-te melhor ainda e quando sozinhos ficamos o mundo encontra o equilíbrio fechando-se em nós e é assim que gosto de estar. Gosto do que gostas, estamos bem juntos, ficamos bem juntos, faço-te tremer, tu tiras-me o ar. Sim existe algo, existe mais, mas mais é amanhã e ainda estamos no hoje. No passo certo, com equilíbrio, talvez cheguemos lá ou talvez não mas isso é amanhã.
Vem ver, eu estou a batalhar com o tempo contra os meus problemas, a dançar no palco do mundo e vou vivendo o meu trabalho que tanto gosto, vivendo as relações, sejam amizades ou familiares, não te vou dizer como agir ou que fazer, só sei dizer-te que vivo por demais mas também que não vou desequilibrar porque preciso de traçar em mim a conduta de pensamento no equilíbrio que necessito e que à tão pouco tempo ajudaste-me a reconquistar.

É em adversidades da vida que encontramos pessoas bonitas, tantas vezes de forma inesperada, que nos perguntam como estamos e que até ficam à espera para ouvir a resposta.
Vagueavam em corredores sem ter muito tempo para pensar, duas cicatrizes que ainda recentes não sararam por completo, a vida contínua a ser sempre aquela procura de aventura e emoções, e num toque inesperado de mundos diferentes, dois rostos sorriram ao conhecerem-se. Um encontro fortuito que tem feito muito bem, apenas estar por estar, perdido no oriente em conversas cumplices infindáveis. Pensa muito nas opiniões dos outros, penso na tua opinião. Fala-me de ti, eu falo-te de mim e talvez no caminho esteja a cura dos nossos males.



A vida é cinzenta por natureza e a nós cabe dar-lhe tons coloridos. Foi assim, foi fugindo do cinza e dos problemas diários que avassalam o nosso dia-a-dia, que nasceu a turma do ix. A turma do ix, foi um encontro fortuito, de um grupo de indivíduos que buscavam algo mas que


Outro dia, saí para ir comprar tabaco ao café que existe aqui perto que ainda mantém as portas abertas até às duas da matina e ao olhar para um grupo de adolescentes que por lá se encontravam e fiz um sorriso. Sentei-me bebi uma imperial e aproveitei para divagar nos meus pensamentos. Isto é a turma do ix!
Todos os membros da turma do ix, já atingiram aquela idade onde a responsabilidade profissional impera, onde a azáfama dos dias é despendido

porque ele são pesadelo em más recordações, ele são o stress do trabalho, das

Diferente de gentes de poucas vistas, como uma a turma do ix

It would cause me pain if we were to end it
But I could start again
You can depend on it

I know I'm right
For the first time in my life

A internet é algo muito giro, mas perigoso. Noventa e nove porcento não tem essa percepção. É uma arma e eu só agradeço que não me a façam usar. Sim. Eu nasci inteligente para estas coisas. Novas tecnologias é comigo. A vida de uma pessoa pode ser desfeita à conta do mundo virtual. Até mesmo aquelas sopeiras que se sentem o máximo porque sabem ler uns livrecos, podem ser atacadas por um hacker!
Sempre me fiz aos projectos que acreditei que poderia concluir, só a esses. A internet é uma das ferramentas com que mexo muito bem, além do mundo gráfico que me permite criar-me um maratonista mesmo sendo um tipo de canadianas à mais de 14 anos. O problema é que. será que os intelectuais, tão intelectuais que eles são, acham bem andar a cutucar uma fera? Que para mais eles não conhecem de nado nenhum? Bem eu não sou nenhum Sócrates, mas não vou espicaçar alguém que pode desfazer a minha vida! mas isto sou eu a pensar alto....
Será que as pessoas não têm noção que as fotos podem ser copiadas, adulteradas e incluídas em sites pouco recomendáveis!? Eu não colocaria as minhas fotos sabendo o que por aí é possível ser feitas as maiores provas. Quantos sites pornográficos incluem imagens amadoras? De amador aquilo não tem nada, são locais onde se encontram caras de ex's E quer-me pareer que ou te portas vem ou de fiven ã o tens nada.!
na pio4eqw e3wp3wqw, 5imuqw ´3 im doe3o
Tenham dó de mim! Os recalcamentos são tais, que os maridos, só se encomendam por net, mas isto é ao mesmo tempo um mundo muito sombrio e de frustração! Mas como regem às suas convicções os outros pelos seus padrões esquecem que até lhes pode aparecer alguém que até saiba um bocadito mais do que elas e de certa forma consiga saber quantas cusquices fez por dia, qual a hora e de onde. Para não falar que se fosse uma pessoa mesmo má como as porteiras intelectuais me tomam, consiguia moradas, números de telefone e afins. O ponto de saber que consigo fazer a vida de alguém num inferno só estando em frente a um monitor... dá-me uma sensação de controle enorme. E que tal falsear fotografias!? Não é nada de especial para alguém com os meus conhecimentos

A Chefa, a Tieta Cabrita, o Gp Santinhos, o Basco e a Sininho. Núcleo duro de uma agência sempre em ebulição. Nunca tinha trabalhado tanto e com tão boa disposição. Há picos de trabalho durante o ano, claro que há, todas as agências são assim mas tem sido um mês e meio por demais! O que vai aguentando os efervescentes é a boa disposição e o excelente relacionamento que existe. Bem, também é verdade que contamos com as algálias e o soro intravenoso para nos servir de suporte à vida, pois de outra maneira já teríamos batido a caçoleta tal é a quantidade de horas contínuas na labuta.
Gp Santinhos, Chefa e o Basco, já chegaram a efervescer durante quarenta e três horas contínuas, com apenas pequenas paragens de alimentação. Estou a ver o filme à minha frente... A Chefa do lado esquerdo na revisão, a apaziguar o cliente ao telefone, Gp Santinhos do lado direito a rever as prints antigas em busca de falhas e o Basco em frente ao monitor de rato na mão a fazer contas de somar, sempre que se dava uma pausa ou silêncio.
Quando mais uma vez, se esperava pela acalmia, eis que aparece um mega projecto que pode lançar a agência para outros voos. Lá se teve de dizer adeus ao coelhinho da Páscoa e às papas de sarrabulho, bem como às noitadas programadas na Praia das Maçãs em karaokes e com mimos das priminhas. Pensavas tu que ias ver o mar? Pensavas tu que ias dormir até tarde, comer a bela da sopinha caseira e respirar o ar do campo? Ora volta mas é para o computador, prende a corrente, coloca a algália, espeta a agulha para o soro e vamos embora para nova maratona!
Quando me derem ordem de soltura, voltarei a relatar com mais precisão e pormenor o nosso ambiente de trabalho e as loucuras do dia-a-dia. Este fim-de-semana foi um pequeno milagre de descanso e divertimento que me vão sair do pêlo. Até pagar, muito bem pago estes dias, espero poder voltar a ver o sol, sem ser da janela do meu escritório.

Sento-me no escuro com o brilho do monitor a reflectir no casaco que ainda não tive coragem de tirar e chegam-me as palavras... Tens razão, tens toda a razão. Não é que não te queira bem, que não te dê valor, que não preze a nossa amizade, apenas nunca se proporcionou escrever sobre ti. Talvez seja a consequência de não haver palavras que cheguem para expressar todo o meu agradecimento e já por mais que uma vez te disse. É difícil ser teu amigo. Tu não tornas as coisas fáceis. A tua dedicação aos amigos é de tal forma, que torna complicado para qualquer um estar ao teu nível. Também é verdade que ultimamente tenho escrito muito sobre os meus sentimentos recentes e não tenho dado espaço a mais nada, porque talvez esta também seja uma forma de me apaziguar e de reencontrar um equilíbrio que durante algum tempo perdi. Esta noite fizeste uma cena de ciúmes barata, por causa do texto ao N. e tens razão, tens toda a razão, por isso aqui vai:
Quando estive internado, foste incansável e não é à toa que ganhaste a alcunha de Ti Kika Júnior, pois eu bem sei como é agitada a tua vida e embora andasses numa azáfama, com horários de padeiro e pressões do atleta, arranjavas sempre tempo para uma passagem pelo hospital e se não te fosse possível de todo aparecer, tinhas sempre a preocupação de ligar, com palavras de conforto e de amizade. Quantas e quantas vezes vieste visitar-me? Quantas vezes foste levar-me ao mundo perdido de Bucelas, depois de um dia de consultas, quando de manhã bem cedo, tinhas de estar de pé? Tu que tanto gostas de dormir!
Engraçado como são as coisas, não fomos colegas, estava eu de saída e tu a dar os primeiros passos nos amigos de sempre, ou seja não houve convivência evidente mas é giro como sempre guardei-te na memória, quando de outros com quem vivi anos, não guardo nada, nem mesmo o rosto. Esta ideia leva-me à letra da Chuva, da Mariza. - Há gente que fica na história, da história da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir - Quando em Belém nos reencontrámos, estavas igual à lembrança que trazia e é giro ver que mesmo depois de um hiato de tempo enorme chegamos ao instante do hoje, em que somos inseparáveis. Estivemos uma semana sem nos vermos ou trocado mais do que duas palavras e senti a tua falta. Os nossos cafés, os jantares, o estarmos bem sem ter de abrir a boca, as palhaçadas e a expressão única que fazes quando tenho uma das minhas tiradas idiotas.
Eu tenho um feitio difícil, tu sabes bem isso, não sou fácil de suportar e no entanto encontras sempre paciência para me aturar, mesmo no pior dos meus dias. Como será isso possível? Mesmo quando andei caído numa ilusão de sentimentos que só me deitaram abaixo e que poderiam ter colocado a nossa amizade em causa, conseguíste surpreender-me. Disseste algo que me fez muito contente na altura. Por ter sido sobre quem era e à frente de quem foi. Sabes do que estou a falar? Foi esta a frase: Espero que sejam muito felizes! Agora recorda-te do enredo, do local, da data e à frente de quem o disseste. És mesmo o máximo e não deixas de me surpreender. Os cães ladram e a caravana passa, lia eu no outro dia.
Há momentos da tua dedicação que sempre guardarei comigo e dos quais me irei lembrar com um sorriso, mesmo que tenham sido alturas menos boas. A tua entrada na enfermaria com as almofadas, os brigadeiros que tanta fama ganharam em São Lázaro, os caracóis numa esplanada improvisada, o meu primeiro jogo da selecção em que tu tanto apoiavas o desempenho do Nuno Gomes, aquela maravilhosa tarde de esplanada de praia (foi dos melhores dias da minha vida, em completa paz com o mundo), o teu sorriso de surpresa e felicidade com um logótipo que a mim não custou nada fazer. São tantos os momentos que já levo de recordação que um obrigado não chega. Por mil vezes que repita a palavra, nunca será suficiente.
Sabes, hoje fizeste-me um pergunta que deliciou-me: - Como estás da costela? - Podes não ter percebido mas a verdade é que embora todas as pessoas saibam que eu tenho a costela partida, foste a única que até hoje que se lembrou de perguntar e isso faz muito sentido. Porque só mesmo tu é que arranjarias tempo para te alheares do teu mundo e pensar tanto no bem-estar dos outros. Tenho muito orgulho de te ter como amiga, porque o teu molde é mesmo único.
Tento ser aquilo que és para mim e acho que sabes que estarei sempre lá para ti, venha o que, ou quem vier e desculpa não conseguir atingir o teu patamar mas tens de ter a noção que é muito complicado manter o passo, embora te dê uma certeza. Estarei cá no bom, no mal e no assim, assim. Por mais palavras que continue para aqui a escrever nunca encontrarei forma de agradecer o poder dizer que és minha amiga.
Acabo com duas tiradas, que acho importantes ressalvar. Primeiro: Espero ter conseguído transmitir, com este texto, um bocadinho do quanto importante é ter-te na minha vida. Segundo: Quando é que fazes a vontade ao teu sobrinho Dudú e dás o jeitinho!? :D

Os anos passaram e seguimos rumos diferentes. Lembro-me de ti em menino, da mesma maneira como te apresentas hoje. Sempre feliz, bem-disposto e sempre agradado com o que te dizem. Não te imaginava sábio e ponderado, nunca te imaginei assim. Ao reencontrar-te, fiz um juízo errado, tu não és ingénuo, como à primeira vista pareces ser. Tu tens é uma paixão enorme por tudo o que te rodeia. Família, amigos, trabalho e os teus hobbies. Ficas sempre agradado com todas as novidades, encanta-te conhecer as pessoas e gostas de saber que quem te rodeia está bem, acreditando firmemente que as coisas vão se proporcionar pelo melhor.
De quando em vez, tens tiradas que me desarmam e olha que isso não é fácil de acontecer. Por duas ou três vezes fizestes comentários como se a minha alma fosse um livro aberto e acabas por colocar-me numa posição desconfortável. Anda um tipo tanto tempo a esconder-se para não nos lerem o coração e lá vens tu com uma frase que retira o chão a qualquer um! Onde vais tu perceber, aquilo que os outros não vêem, gostava eu de saber!
És inteligente e desligado da azáfama do mundo, com bom fundo e que ainda acredita no que de melhor existe nas pessoas. Em certa parte invejo essa tua crença e espantas-me com a fé que depositas em mim. Tens sido uma agradável surpresa e um excelente amigo. Foste tu que me fizeste acreditar, quando já nem eu mesmo acreditava. Como foste tu que me deste a mão invisível de apoio, quando já nem tu acreditavas. Tens razão, sempre acabas por ter razão. Fui à luta e fiz tudo o que tinha a fazer. Não chegou? Então segue o caminho de consciência tranquilo por saberes que tentaste. Foi algo deste género que tu me disseste no outro dia .
Obrigado pela tentativa de ontem, foi excelente. Ou pensas que não percebi o que estavas a tentar fazer? Eu até posso parecer alheado mas entendi-te perfeitamente. Sei que sabes sempre quando actualizo o blog, por isso quando leres essas linhas, não te preocupes comigo, não há necessidade. Não é para aí que estou virado mas estou bem e estarei ainda melhor. Só preciso de tempo, tempo para mim. Espero que as coisas corram como tu mereces e sabes sempre que podes contar comigo, seja para passar vergonhas nas análises do hospital ou em paragens stop, provocadas pelas correrias nocturnas.

Desculpa a exposição mas tinha de deixar-te aqui um obrigado sentido, por tudo aquilo que me tens proporcionado e todo o apoio que me deste. N Rules!

Quem me conhece sabe que adoro música, que vivo e respiro dela. Oiço de tudo um pouco, tenho uma excelente cultura musical e um pequeno tesouro discográfico. Sou daqueles que navega na net, em busca de novos sons e à uns meses descobri Colbie Caillat e o Jason Reeves. Hoje em dia Colbie passa nas rádios incessantemente, com o tema Bubbly, mas a menina da Califórnia, que relembra Jack Johnson na versão feminina têm temas muito melhores. Já tenho o primeiro álbum dela, "Coco" e embora não esteja incluído Droplets, versão que se pode encontrar no youtube fiquei muito contente por encontrar Realize. Que excelente álbum, com músicas a reviver sons pop de toada acústica. Muito bom, vale a pena.

O céu ferido vai-se esvaindo a conta-gotas perdendo a sua tonalidade verde, altera-se para um tom vermelho rubro, relembrando que tudo na vida se transforma, seja para melhor ou pior. Existe uma curiosidade de tentar entender se porventura existe a noção na outra margem de que utilizei todas as cores para pintar a vida.
Ainda vou puxando dos pincéis, dando umas pinceladas aqui e ali mas a tela não se dá, não quer inspirar e o quadro vai fluindo para uma mancha de negro, tatuada para uma eternidade que gladia contra a minha vontade enorme de querer voltar a reviver cores vivas.
O escuro, aos poucos, vai-se apoderando da esperança, por trazer no vento anúncios de margens que são verdadeiras estrelas presentes mesmo não se vendo, de chegarem a estar a dois passos e fingirem que não vieram a casa, banhadas em cores de Fridas Kalos, orgulhosas de bloqueios e extinções de contactos. A conta-gotas vai-se diluindo a vontade de batalhar contra esse escuro, por não encontrar razão ou inspiração e depreender com muita tristeza que a solidão é o caminho optado da margem. Em último apelo, vamos rogando ao tempo mais qualidade de tempo para criar a base de um amanhã melhor.
Costumava acreditar em Deus, no casamento, no céu e no inferno. Essas crenças já são dúbias mas ainda acredito no amor e em segundas oportunidades. O milagre da vida, a razão das pessoas viverem e morrerem, o porquê de se magoarem ou serem magoadas contínua a ser para mim um mistério. Gostava de encontrar a razão, o segredo, a resposta no último capítulo, na última frase, na última palavra do livro do Auster, porque a ideia de estarmos sozinhos, apartados do gémeo que é nossa alma neste mundo, é demais para ser suportada. Mas no fim do dia, o facto de nos ajudarmos uns aos outros, de estarmos presentes, apesar de todas as nossas diferenças, não importando no que acreditamos, é razão suficiente para continuar a acreditar num novo amanhã., num tempo de qualidade.

Sou uma pessoa imperfeita, tenho medo, o que significa que ainda tenho algo a perder - Nós não vamos conseguir que isto resulte, pois não? - É a frase que ecoa na minha cabeça mas não compreendo o seu significado, se o que se sente é por demais evidente. Se a química está lá presente porque será patente este sentimento de falta, de gelar com a opção de perder a esperança? Talvez um dia? Talvez... Talvez se não fechares a porta por completo. Se não resulta por estarmos em ritmos diferentes isso não implica que amanhã o compasso não esteja afinado. Temos de entrar no balanço do diapasão, afinar tons e acreditar, enfim, ter fé. É preciso querer acreditar no que se sente.
É necessário crer que um dia vamos dar esse concerto, vamos ensaiar para que isso aconteça, aprender com o tempo. Só praticando se chega a perfeição, sem sentir a pressão do momento de querer acertar à primeira. Adquire as notas no teu ritmo, sente-te segura em cada passo que dês. Estarei por aqui para te ajudar, se assim optares, para te guiar nesse processo pois será um mundo silencioso que me acolherá se por ventura tu não quiseres apreender o ritmo.
Sou uma pessoa imperfeita e contínuo a ter medo...

Acorda numa madrugada fosca, inchado do tempo. Do tempo que nunca foi agora. Do tempo que tudo trouxe e tudo levou. Há marcas da vida que não marcam e há uma intensidade num ápice que perfura a pele e se entranha no mais profundo lugar do ser.
Fica a sensação de compreender que foi como a água que se escapa dos dedos escorregadios e não se consegue suster. Faltou a esperança, a força para acreditar e confiar na bonança após a tempestade. A falta de paciência para esperar o que nunca foi agora, acabou traída pela avidez de querer no imediato, o que se sabia que iria ser.
Brilha cintilante a nuvem envolta pela angústia de viver por sobreviver. Numa enxurrada de pensamentos recordando as promessas levadas no sopro das palavras. Quando se apelou à calma infinita de uma espera, com companheirismo e presença assídua e acabou-se por tropeçar nas palavras dos diálogos, que poluíram discussões perdendo todo o sentido de existência. Foi o medo, o medo de existir o que agora é real. Porque o agora, nunca será uma realidade. Jogam as escritas, no tom seco e duro da palavra irreversível.
O mundo voltou a girar, essa máquina infernal que não perde o tempo da sua marcha. Sentado num banco à janela vai faltando a energia, a vontade, o querer, para voltar a vestir a capa que todos engana quando o dia se faz alto. Vou fazendo preces à vida, chegando a implorar ao mundo. Dá-me forças, devolve-me a vontade de ser quem fui, porque assim não sou ninguém.

Irreversível: Designativo de um processo ou fenómeno químico ou físico que, após a sua concretização num determinado sentido, não pode voltar ao estado primitivo.

Ontem ao falar com uma grande amiga, que não via há muito tempo, dei-me conta que nunca expliquei porque utilizo o nome The Real Johnny Bravo. Já faz alguns anos que adoptei este nick para tudo na net.
Para quem não conhece ou sabe, Johnny Bravo é uma personagem de banda desenhada, criada para o cartoon network, por Van Partible. Achei logo delicioso o visual da personagem. Numa mescla de Elvis com James Dean. Bem constituído, de feições quadradas, loiro de pele clara com uma enorme popa. A vestimenta incluí uns óculos escuros, dos quais nunca se separa, calças de ganga e t-shirt preta.
Lembro de ver o primeiro episódio e de ficar pasmado, com o enredo. Trata-se de uma sátira ao perfil de muito suposto homem que por aí deambula. Johnny Bravo, vive em casa da mãe, é obcecado por mulheres bonitas, narcisista, de raciocínio lento e mestre na conversa do engate barato.
Em todos os episódios existe uma personagem feminina inteligente e que não suporta Johnny e tudo o que ele representa. Em todos os enredos, ele acaba sempre por se meter em trapalhadas para conquistar a rapariga, a lembrar o coiote com todos os estratagemas para apanhar o bip-bip e que termina sempre esfomeado. Neste caso, acaba sempre sozinho, com mazelas e frustrado...
Desde a origem que a minha vida assemelha-se com as devidas proporções. Não falo, somente da área afectiva, englobo a comparação em todos os campos. A maior parte das vezes sou eu mesmo que crio os meus problemas, acabando sempre chamuscado, sozinho, sem razão e a pagar as consequências. Também eu tenho mazelas físicas e da alma para o resto da vida, por causa das asneiras que fiz. Como diz Ti Kika: "tu nem com o corpo aprendes!" Mas tal qual, Johnny Bravo dos desenhos animados, também eu mostro sempre o meu sorriso a quem convive comigo.
Johnny Bravo durou quatro temporadas com um total de sessenta e cinco episódios, havendo ainda hoje reposições. Quanto ao Johnny da vida real, contínua neste espectáculo, apelidado de existência, pronto para a próxima aventura, de temporada em temporada, até não haver audiências e cancelarem a série.