The Real Johnny Bravo

Histórias de um livro chamado vida

O hábito de entregar quem és, não certifica a satisfação da correspondência. Cansado de mar alto e turbulento, olha-se para a meia-praia como se mira um oásis. Não dês a quem não dá retorno. Não mostres a quem se fecha. Não sonhes com quem vive no cinzento da realidade. Não dês cor à vida de alguém que não aprecia, valoriza, ou sequer estima.
A palavra impossível existe para ser testada mas não abdiques da felicidade. Traça um rumo para longe do vazio e faz a mala. Leva contigo na sacola o equilíbrio, ilumina o caminho com o sorriso característico e não esqueças de embalar uma grande dose de positivismo. Só assim poderás levar o barco a bom porto. Vamos em frente.
Acredita no amanhã, sem nunca recordar o que se perdeu. Não interessa com quem se partilha ou se quer se é necessário partilhar mas se for caso disso, que sintas que é alguém que deseja com a mesma intensidade e não alguém que vive no egoísmo indiferente ao que sentes. Importante é estares de bem com a vida, de bem contigo, inundado pela essência do que te faz feliz.
Enquanto houver a premissa e a crença, de que um melhor dia virá. Tudo é possível. Acredito em ti, acredito no sonho, aliás, ainda acredito que possas ser feliz. Mereces, é imperativo que isso aconteça, caso contrário qual o intuito desta passagem? Sonha menino, continua a sonhar, que o êxtase encontra-se ao virar da esquina à tua espera e deixa de persistir numa conjuntura que só vive no teu ideal. Procura a tua felicidade.