À sobra de uma flor cresci. E o meu futuro e o teu futuro, já mais viverão no mesmo trilho. As palavras matam uma relação e quando já não controlas certos sons que fogem do pensamento para a boca, sem terem o significado pretendido, percebes que chegou o final. A mágoa toma o lugar da razão e define a morte do caminho.Talvez um dia irei notar que muita falta vai fazer a mão que já não guiará o caminho, naquela sensação de que o destino é guiado por um divino que não controlas. A flor que murchou ao fim de um dia, tal qual o amor efémero que em ti viveu, teve o mesmo final. Era assim que estava escrito esse malfadado destino, destino que nunca foi meu, nunca foi nosso e tentei modificar.
Em dias cai na ilusão que a tudo podia desafiar, o mundo parecia fácil de conquistar, com a certeza que o tal destino à sombra de uma flor podia ser modificado e nessa mesma sombra que a flor brotava, existia o abrigo onde encontrava sempre a tua intimidade, oferecendo energia para continuar a batalha que afinal foi só minha e nunca nossa. Em tempos de certezas de viver com um sentido de pleno bem estar, deixei por fim fugir o teu nome a esvoaçar no vento, quando compreendi que esta guerra travava sozinho. Os fantasmas do passado, não possibilitaram viver esse amor a dois, que nunca chegou a ser. Os teus e os meus, fortes e pesados. Fardo contínuo, que sempre presente, atrapalhou o sorriso que à sombra de uma flor foi sempre tímido mas genuíno de ambas as partes. Quis a mágoa tomar as rédeas e nunca soube apreciar o pouco que de ti foi oferecido.
Quis tudo, acabei por ter nada. Talvez ainda fresco, ache que iludi-me por acreditar que alguma vez tive algo de ti. Talvez não seja ilusão mas o fado do meu caminho. A dedicação, o carrinho, o sorriso, a vontade de querer que o sentimento fosse algo mais, permanecerão vivos durante bastante tempo, embora sejam abafados neste momento pelos maus sentimentos que agora a mágoa faz reviver na lembrança do momento. Com o tempo, a lágrima do adeus dará lugar às boas sensações vividas, à saudade do que foi vivido e na consequente sensação de perda. Com o tempo que tudo sabe, talvez volte a querer caminhar mas por agora aqui fico, aqui estou e daqui não quero sair.
Estou de luto por algo que afinal foi só meu e acabo por ver-me a estas horas da madrugada a desejar para um dia acordar, sem ter nada para contar, esquecer o teu nome e pensar que nós somos uma história antiga, que se encontra num lugar longínquo e baço o suficiente para não ser relatado, nem revivido com exactidão. Dito pelo maior dos sonhadores, sonhar faz mal, mesmo quando à sombra de uma flor eles são vividos intensamente, numa privacidade que será sempre só minha, só tua, só nossa.
Em dias cai na ilusão que a tudo podia desafiar, o mundo parecia fácil de conquistar, com a certeza que o tal destino à sombra de uma flor podia ser modificado e nessa mesma sombra que a flor brotava, existia o abrigo onde encontrava sempre a tua intimidade, oferecendo energia para continuar a batalha que afinal foi só minha e nunca nossa. Em tempos de certezas de viver com um sentido de pleno bem estar, deixei por fim fugir o teu nome a esvoaçar no vento, quando compreendi que esta guerra travava sozinho. Os fantasmas do passado, não possibilitaram viver esse amor a dois, que nunca chegou a ser. Os teus e os meus, fortes e pesados. Fardo contínuo, que sempre presente, atrapalhou o sorriso que à sombra de uma flor foi sempre tímido mas genuíno de ambas as partes. Quis a mágoa tomar as rédeas e nunca soube apreciar o pouco que de ti foi oferecido.
Quis tudo, acabei por ter nada. Talvez ainda fresco, ache que iludi-me por acreditar que alguma vez tive algo de ti. Talvez não seja ilusão mas o fado do meu caminho. A dedicação, o carrinho, o sorriso, a vontade de querer que o sentimento fosse algo mais, permanecerão vivos durante bastante tempo, embora sejam abafados neste momento pelos maus sentimentos que agora a mágoa faz reviver na lembrança do momento. Com o tempo, a lágrima do adeus dará lugar às boas sensações vividas, à saudade do que foi vivido e na consequente sensação de perda. Com o tempo que tudo sabe, talvez volte a querer caminhar mas por agora aqui fico, aqui estou e daqui não quero sair.
Estou de luto por algo que afinal foi só meu e acabo por ver-me a estas horas da madrugada a desejar para um dia acordar, sem ter nada para contar, esquecer o teu nome e pensar que nós somos uma história antiga, que se encontra num lugar longínquo e baço o suficiente para não ser relatado, nem revivido com exactidão. Dito pelo maior dos sonhadores, sonhar faz mal, mesmo quando à sombra de uma flor eles são vividos intensamente, numa privacidade que será sempre só minha, só tua, só nossa.
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